Piloto baleado durante operação no RJ morre após 14 meses; Felipe Marques teve atuação marcante na Segurança Pública de Alagoas
O policial civil e piloto Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, morreu neste domingo (17), após passar 14 meses internado desde que foi baleado durante uma operação policial no Rio de Janeiro. Felipe teve passagem marcante pela aviação da Segurança Pública de Alagoas, onde atuou como comandante de aeronaves em operações estratégicas e missões de apoio.

O piloto foi atingido por um disparo de fuzil no dia 20 de março de 2025, enquanto atuava como copiloto de um helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro durante a Operação Torniquete, realizada na comunidade Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste da capital fluminense.
Na ocasião, a aeronave dava apoio à ação policial quando Felipe foi baleado na testa. Mesmo em estado gravíssimo, ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, onde permaneceu internado desde então.
Embora tenha construído grande parte da carreira profissional no estado do Rio de Janeiro, Felipe também deixou sua marca em Alagoas. Entre 2012 e 2013, integrou a aviação da Segurança Pública alagoana, período em que participou de operações aéreas e se destacou pela atuação técnica e dedicação ao serviço público.
Ao longo dos últimos meses, familiares, amigos e colegas das forças de segurança acompanharam de perto sua recuperação, em uma corrente de orações e mensagens de apoio. Em diversos momentos, o piloto apresentou sinais de melhora, alimentando a esperança de quem acompanhava sua luta pela vida.
A morte foi confirmada pela família por meio das redes sociais e gerou grande comoção entre profissionais das forças de segurança, especialmente entre colegas da aviação policial em Alagoas e no Rio de Janeiro.
Felipe Marques Monteiro deixa um legado de coragem, profissionalismo e dedicação às missões de segurança pública.

