Karol Conká: a pessoa tóxica sob o manto do ativismo

Karol Conká vem passando todos os limites humanamente aceitáveis para o tratamento com outro ser humano dentro do ‘Big Brother Brasil’. A cantora tem praticado tortura psicológica, incitação ao ódio e usando o discurso de ser uma ativista da causa. Que causa é essa que destrói a autoestima de uma pessoa? Que causa é essa que tira o direito do outro de socializar? Que causa é essa que coloca outra mulher na posição de ter que se desculpar a todo momento só por se expressar?

 

Karol Conká se acha tão acima do bem e do mal que se põe no papel de acusadora, juíza e da carrasca que aplica a sentença. Apesar de seu comportamento dentro do reality, vale salientar que a cantora não deve ser tratada com desprezo, porque isso nada mais seria do que agir como ela.

 

Logo, o nosso papel é mostrar os erros que ela cometeu e dar a oportunidade que ela não deu a outros: a de evoluir. Isso sem banir, machucar ou humilhar.

 

Karol não é militante. Pelo contrário! Se esconde atrás disso para ser a pessoa que é de verdade, já que não são de hoje as histórias de sua forma de agir. Existe, sim, a obrigação do BBB de tomar alguma atitude mediante o comportamento de Karol. Afinal, o que ela está fazendo não é entretenimento. Destruir a autoestima de uma pessoa como ela está fazendo pode levar a outra a depressão ou suicídio a longo prazo e não achem que é exagero, pois isso não aconteceria agora, mas pode ser que a atitude extrema seja desencadeada pelas atitudes atuais da cantora.
A emissora e seus organizadores tem uma obrigação com Lucas e Juliete e não podem deixar continuar o tipo de postura que vem acontecendo. Karol não irá parar, pois em sua cabeça distorcida, ela está numa cruzada do bem contra o mal, sendo que ela se julga do bem, quando na verdade está sendo a mais tóxica de todos.

 

 

 

Fábia Oliveira/ O DIA

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