A juíza Clarissa Oliveira Mascarenhas da 2ª Vara de Palmeira dos Índios, proibiu a realização da 25ª Vaquejada Parque Ulisses Miranda programada para os dias 10, 11, 12 e 13 de novembro na cidade.
A decisão se deu através do Ministério Público do Estado de Alagoas, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Palmeira dos Índios, e a Defensoria Pública Estadual terem ajuizado, nesta quarta-feira (09), uma ação civil pública ambiental, com pedido de liminar, para proibir a realização do evento. A Defensoria pediu desistência da ação que tentava cancelar a vaquejada, mas a decisão da proibição foi deferida pela magistrada.
Caso a decisão não seja cumprida, os envolvidos poderão pagar uma multa de R$ 100 mil.
A decisão do magistrado foi tomada nesta quinta-feira (10). Na sentença, a juíza deferiu a Tutela de Urgência requerida em caráter liminar, a fim de determinar a suspensão de qualquer forma de competição ou apresentação com a utilização de animais. A ação e determinação judicial se baseiam em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considera a vaquejada como crime ambiental de maus-tratos a animais.
A AVAQ garantiu que não permite maus-tratos durante as competições, inclusive punindo quem cometer esse tipo de infração. Disse ainda que caso a juíza decida por cancelar o evento, a Associação vai recorrer.
A decisão do STF vale somente para o estado do Ceará, e que o Conselho de Medicina Veterinária de Alagoas é favorável à prática do esporte, garantindo que os animais não sofrem danos durante a prova.
A associação ressalta também que está aberta a esclarecer a extinguir eventuais dúvidas ou até mesmo o proconceito que a vaquejada sofre, o que pode prejudicar a coletividade que depende da prática para se sustentar.
A “25ª Vaquejada Ulisses Miranda 2016” anunciava atrações como Pedrinho Pegação, Luan Estilizado, Danielzinho – Aprovados do Forró e Banda Supapo. Segundo os organizadores do evento, a se realizar, essa deverá ser a maior festa realizada naquele parque em todos os tempos.
Um comentário em “Ação judicial adia vaquejada em Palmeira dos Índios”
É triste isso acontecer, pois, Palmeira dos Índios uma cidade em recessão onde não se tem emprego, temos hoje na cidade com um comércio praticamente falido, e a vaquejada gera tantos e tantos empregos de forma direita e indireta, onde muitos pais de família ganham seu pão, seja com uma barraca de bebidas, uma barraca de lanche, de artigos feitos por artesãos, e o impedimento da vaquejada em nossa cidade tirar o pão da boca dessas famílias, falam que os animais sofrem, mas está evidente que não, pois, os organizadores fazem de tudo para esse sofrimento citado não acontecer, de que forma, com o colchão de areia, com os protetores de calda, seria gratificante demais para nossa cidade e para o povo brasileiro se o empenho em proibir a vaquejada fosse o mesmo para coibir as coisas erradas que acontecem em nossa cidade e em nosso país.
É triste isso acontecer, pois, Palmeira dos Índios uma cidade em recessão onde não se tem emprego, temos hoje na cidade com um comércio praticamente falido, e a vaquejada gera tantos e tantos empregos de forma direita e indireta, onde muitos pais de família ganham seu pão, seja com uma barraca de bebidas, uma barraca de lanche, de artigos feitos por artesãos, e o impedimento da vaquejada em nossa cidade tirar o pão da boca dessas famílias, falam que os animais sofrem, mas está evidente que não, pois, os organizadores fazem de tudo para esse sofrimento citado não acontecer, de que forma, com o colchão de areia, com os protetores de calda, seria gratificante demais para nossa cidade e para o povo brasileiro se o empenho em proibir a vaquejada fosse o mesmo para coibir as coisas erradas que acontecem em nossa cidade e em nosso país.