
A sobrevivente deu entrevista para canais de TV locais neste sábado, enquanto tomava bastante líquido e se alimentava. “Eu estava rezando para meu Deus. Tive muito medo”, contou. Após a chegada da polícia na universidade atacada, a queniana chegou a se recusar a sair do local por medo de ser assassinada. “Eu pensava que talvez fossem militantes do al-Shabab e, então, eu duvidei de que estariam ali para me ajudar. Então trouxeram o professor e o diretor que nos disseram que disseram que estava livre”, afirmou.
Os extremistas do al-Shabab afirmaram neste sábado que mais ataques no Quênia, como o realizado contra a Universidade Garissa, podem ocorrer. De acordo com o grupo de monitoramento de inteligência SITE, o grupo militante islâmico divulgou um comunicado neste sábado, afirmando que o ataque na universidade foi uma retaliação devido a assassinatos realizados por tropas quenianas, que lutam contra os rebeldes na Somália.
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