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Denúncia de Márcio Henrique pode colocar ex-secretário de educação na cadeia

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O vereador e vice-prefeito eleito, Márcio Henrique (PSB), denunciou na sessão ordinária da Câmara de Palmeira dos Índios, o ex-Secretário de Educação, Luiz Augusto Reynaldo Lobo Alves por ocupar um cargo de secretário sem exercer o cargo, além do prefeito James Ribeiro por improbidade administrativa.

O parlamentar mostrou aos presentes na sessão desta quarta-feira, (30), documentos que comprovam que Luiz Lobo, pediu exoneração do cargo de Secretário à véspera da expiração do prazo de desincompatibilização,  dia 02 de junho,  para concorrer nas eleições municipais como o candidato a sucessão do prefeito James Ribeiro (PMDB,) em outubro de 2016.  Mesmo assim, a sua pré-candidatura pelo PSL não chegou a ser concretizada, tendo sido veementemente rejeitada pelos próprios companheiros de partido.

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Na denúncia, Márcio Henrique apresentou documentos que comprovam a “manobra” política do ex-secretário em parceria com James Ribeiro,  o qual tornou válida a exoneração de Lobo no dia 09 de junho de 2016 (abaixo), conforme portaria 246.

No entanto, surpreendentemente e em ato absurdamente ilícito, Luiz Lobo não deixou de constar na folha de pagamento como SECRETÁRIO nos meses de agosto e setembro (abaixo), tendo ocorrido apenas, e em suposta manobra  por parte de James Ribeiro, um deslocamento de Lobo da folha da educação para a da administração, mesmo após o “Chefe do Executivo”ter nomeado um novo secretário de educação, Robson Feitosa, para ocupar o lugar de Lobo.  (Veja nomeação).

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Márcio Henrique denunciou ainda a concubina do ex-secretário, Bruna Maria da Silva Melo, que além de receber como efetiva na função de fiscal de obras ( Confira aqui), permaneceu exercendo o cargo comissionado como assessora de diretoria nos meses de agosto e setembro, como consta na folha da secretaria de administração (Abaixo).

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O parlamentar afirmou que formalizará a denúncia ao Ministério Público, que poderá representar ao Juiz e pedir inicialmente a prisão provisória do ex-secretário, para apuração e em seguida, a prisão preventiva.

Por Redação Portal Estadão

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