
Ele saiu em uma comitiva de carros sem, contudo, os tradicionais batedores ou veículos com a identificação da Polícia Federal.
Na volta, a comitiva teve que passar pelo primeiro protesto na porta de seu condomínio desde que transformou o local em seu QG de campanha e agora de transição.
Funcionários de um órgão ligado ao Ministério da Saúde protestaram nesta tarde contra a proposta da mudança da sede do Rio para São Paulo.
Cerca de 20 funcionários terceirizados do Cenadi (Centro Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos), que funciona desde 1996 em Triagem, zona norte do Rio e recebe, armazena e distribui vacinas, estenderam faixas de protesto contra a possível mudança da sede.
Segundo os presentes, com a mudança cerca de 200 empregos estão ameaçados, entre funcionários que manipulam as vacinas, faxineiros, seguranças e limpeza.
Um dos líderes do movimento, o ex-funcionário do Cenadi Dilson Oliveira, 43, esclareceu que o protesto não é contra a figura de Bolsonaro especificamente, mas uma tentativa de chamar atenção do presidente eleito para a questão.
O grupo deixou um manifesto na portaria e tentou explicar aos seguranças do condomínio que não eram oposição.
“Não tem nada a ver com protesto. Não estamos aqui pedindo a liberação do Lula nem nada. É só para ele ficar sabendo da nossa situação”, disse Oliveira aos seguranças do local. O grupo não foi recebido pelo capitão da reserva ou qualquer emissário.
Com informações da Folhapress.
