
De acordo com a sentença, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e econômica nas escolas do município de Estrela de Alagoas foram os principais prejudicados porque, em muitos casos, a merenda “era a única refeição substancial do dia”.
Segundo a Justiça, na época dos crimes (anos de 2005 a 2009), Ângela Garrote ou era prefeita ou tinha influência nas gestões seguintes. Ela foi condenada em fraude à licitação; desvio de verba pública em 11 contratos; corrupção passiva e; formação de quadrilha.
Fonte: EXTRA ALAGOAS
