
A cerimônia foi dirigida por Rosa Magalhães, merecidamente celebrada carnavalesca do Rio de Janeiro. A comparação com o Carnaval é inevitável e verdadeira, haja visto o baticundum no final. As rendeiras tinham ginga de ala das baianas. Aqueles figurinos já foram vistos na Sapucaí. Afinal, que manifestação do folclore ainda não teve seu dia de enredo de escola de samba?
Vencidos os tais “momentos protocolares”, ressaltem-se as curiosidades: o atleta besuntado de Tonga em rapidíssima aparição, o prefeito carioca Eduardo Paes engravatado (um feito olímpico), o super Shinzo Abe. Foi uma celebração molhada, simpática, comprida demais, sem um décimo do que se viu na abertura. Mas ok, é do jogo. Nada que comprometa o sentimento geral da Olimpíada do Rio: ufa, deu certo.
