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Olho vivo: ‘Fecha Quartel’; o tiro que saiu pela culatra…

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Até pinta que os ‘caras’ apreenderam tudo errado; Operação Fecha Quartel não tem o sentido de que os quartéis terminam terminantemente e os policiais vão jogar sua pelada. È o apelido dado a um tipo de tática policial, na qual todos vão às ruas para bombardear a bandidagem. Mas é vero que o tiro saiu pela culatra, e os pilantras entenderam a expressão de maneira zanzada. E haja crime!

No mesmo dia em que a corporação estava em operação, mas não de quartel fechado, a coroação da ação deu-se com mais um (bandido, ou não) sendo chacinado em Palmeira de Fora, e como sempre, a arma utilizada foi uma moto, dois bandidos, e algumas armas. E ainda em pleno clima de quartel fechado, neste sábado (16), mais uma vida se foi no bairro São Cristovão. Eliminaram o ‘Índio’. O receio é que seja tudo isto o princípio de uma carnificina na tribo dos xucurus, que não aguenta mais tanta brutalidade no município.

Que fique decididamente claro que não iremos retirar o nosso elogio e agradecimento feito no comentário anterior, pela iniciativa da ‘operação’. Contudo, que haja alguém capaz de estudar o resultado, e averiguar em que ponto consiste a falha de conter este escalado de violência em Palmeira dos Índios.

A notar pelas ocorrências policiais registradas na semana da ‘Fecha Quartel’, a situação está muito mais grave do que se pensava.

Caso vocês queiram saber como se pode dá um freio de arrumação, não nos perguntem. Sabemos que é complexo, mas, no entanto para todos os problemas existem soluções. Vão à caça!

Fui!

Austrelino Bezerra

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