
“Quando ia me tornar garota do tempo, tive que ir ao Rio [de Janeiro] para conversar com a figurinista. Cruzei com ele no corredor, disse ‘oi’, mas ele nem sabia quem seria essa pessoa”, disse.
A jornalista admitiu ainda que os especialistas em previsão do tempo não gostam de sua linguagem mais espontânea.
“Sempre consulto cientistas, e às vezes eles ficam ‘p da vida’. Estou falando para o público em geral e não para a universidade apenas. Dá para deixar de maneira mais leve. Se pegar o conjunto do dia e analisar, às vezes não uso nenhuma expressão. A gente tem bom senso”, explicou.
Racismo
Maju aproveitou a ocasião para comentar sobre o episódio de racismo que sofreu nas redes sociais, em 2015. A profissional disse que, apesar de ter ficado abalada com as agressões, soube lidar com a situação.
“Eu consegui sair de uma maneira forte e elegante porque naquela hora [em recebeu as ofensas] eu não senti. Desde pequena sei muito bem o que é sentir isso. Aprendi com meus pais a me defender e não deixar me abalar. Os xingamentos não mexeram comigo em um primeiro momento. Parece um linchamento público pelo tamanho que tomou. O que eu sofria na sala de aula, de repente estou sofrendo em uma rede social no Brasil inteiro”, contou.
E completou: “Eu desabei de chorar em casa, mas não pelo o que aconteceu. Quando vi aquela solidariedade… Aquilo mostrou a força da rede social, também, para o lado positivo. Isso foi muito impactante”.
Looks de sucesso
Os looks que Maria Júlia escolhe para apresentar o “JN” têm feito o maior sucesso entre o público. Tanto é que várias peças da jornalista entraram na lista de produtos mais desejados da TV Globo pela Central de Atendimento ao Telespectador (CAT).
A bela entregou que o figurino é inspirado nas roupas da primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama.
“Acho a Michelle uma mulher elegante […]. E adoro as minhas calças pantalonas. São as mesmas, eu repito. Sou sustentável! E adoro salto fino, eu lido bem com o salto”, disse.
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