
Gileno faleceu num leito da UTI do Hospital Santa Rita, onde estava internado desde o último dia 24 de maio para ser submetido a uma terapia clínica em consequência de uma flebite recorrente nos membros inferiores.
Obeso que estava, ele teve seu quadro agravado na última quinta-feira, quando então, passou a respirar com ajuda de aparelhos.
Apesar de todos os esforços da equipe médica do Hospital Santa Rita, o grande “Cacique do Rádio Alagoano” não resistiu, e veio a falecer por complicações decorrentes da enfermidade.
Seu corpo está sendo velado em sua chácara localizada no Bairro Juca Sampaio, e seu sepultamento está marcado para ocorrer às 16h no cemitério São Gonçalo.
Ex-diretor presidente das Rádios Educadora Sampaio AM (fundada em 1964) e Sampaio/FM, Gileno se destacou também pela fundação do mais clássico restaurante da cidade, à época, Maloca do Índio, item de nostalgia por parte de uma geração palmeirense, além de ter sido bastante participativo dos nossos carnavais, tendo constituído até alguns anos, o Bloco dos Cangaceiros.


Segue em paz, Gileno. Ninguém ousará escrever sobre Palmeira dos Índios, e omitir o seu brio…
Da Redação do Estadão Alagoas

