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Justiça intima mulher morta para depor em processo que investiga a própria morte em Alagoas

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Cláudia Pollyanne Farias de Sant’Anna, de 41 anos, foi assassinada em 2025; intimação expedida em setembro de 2026 levantou questionamentos sobre os procedimentos judiciais.

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Um erro no andamento de um processo judicial chamou a atenção em Alagoas após a Justiça intimar uma mulher assassinada para prestar depoimento no caso que apura as circunstâncias da própria morte. Cláudia Pollyanne Farias de Sant’Anna, de 41 anos, morreu em 2025.

O caso está relacionado a uma clínica clandestina de reabilitação localizada em Marechal Deodoro, no litoral alagoano. Três pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público por crimes relacionados à morte da vítima.

A intimação foi emitida em setembro de 2026, mesmo após a morte de Cláudia. O episódio gerou questionamentos sobre os procedimentos adotados na tramitação do processo e sobre como a convocação foi expedida sem que a condição da vítima fosse devidamente considerada.

Caso envolve clínica clandestina de reabilitação

A investigação sobre a morte de Cláudia Pollyanne resultou em denúncia contra três pessoas por crimes relacionados ao caso. O episódio ocorreu no contexto de uma clínica clandestina de reabilitação em Marechal Deodoro.

A expedição da intimação para que a própria vítima prestasse depoimento evidenciou uma falha nos procedimentos judiciais e levantou dúvidas sobre a verificação das informações utilizadas na elaboração do documento.

Até o momento, as informações disponíveis não esclarecem quais circunstâncias levaram à emissão da intimação nem se foram adotadas providências para corrigir o erro.

O caso reacende o debate sobre a necessidade de conferência dos dados processuais e de atenção aos procedimentos administrativos para evitar falhas dessa natureza durante a condução de ações judiciais.

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