
Michele Lacerda, a sobrinha de Elizabeth, contou que a tia enfrentava problemas com álcool. “De um tempo para cá, ela começou a falar muito do meu tio. Voltou a usar drogas e a beber muito. Ela saiu de casa e não disse para onde estava indo. A gente está rezando muito para que não tenha sido a polícia. Não vamos achar que foi isso nesse momento”, declarou.
O advogado de Elizabeth e Presidente do Instituto de Defensores de Direitos Humanos, João Tancredo, aponta que o sumiço deve estar ligado ao alcoolismo e à depressão causada pela morte de Amarildo. Segundo ele, os filhos do casal fizeram contato com os pais de Elisabeth e com outros familiares que moram fora do Rio de Janeiro, mas ninguém havia falado com ela. A família já procurou pela viúva em hospitais e no Instituto Médico Legal (IML), sem sucesso.
Porém, Tancredo não descarta a possibilidade do desaparecimento estar ligado ao assassinato de Amarildo, já que tanto Elizabeth quanto os filhos do pedreiro receberam ameaças da Polícia Militar.
Com agências
