
De acordo com João Lôbo, os fatos do processo não são recentes, além do prefeito Gustavo Feijó já estar licenciado do cargo, ele contribui com a justiça disponibilizando toda a documentação solicitada.
“Nós entendemos que tal medida não era necessária por diversos fatores, mas o principal é que ele sempre contribuiu com a justiça e que atualmente está licenciado do cargo. Estamos estudando o processo, que bastante robusto e, posteriormente, vamos tomar a melhor medida para anular essa decisão de afastá-lo”, explicou.
Ainda de acordo com o advogado, o contrato com a referida empresa já havia sido cancelado por iniciativa do próprio prefeito.
