
Por meio de sua assessoria de comunicação, a Ufal reconhece a falta de recursos destinados aos cursos de EAD, mas afirma que “o problema de orçamento já foi resolvido e que falta resolver a questão contratual com a empresa que presta serviço de transporte para os professores”. Este último problema, ainda conforme a instituição, deve ser resolvido no mês de março.
Mas, para quem está matriculado, as dificuldades têm sido recorrentes, resultando no cancelamento de aulas presenciais constantemente e na reposição de matérias. Para aula de campo, obrigatória o curso de geografia, que os alunos devem realizar este mês até a cidade de Marechal Deodoro, cada um deles terá que dividir a conta para o pagar o fretamento do ônibus no valor de R$ 1.100
“O problema afetou todo o serviço de transporte da universidade. O problema existe e já foram tomadas todas as providências necessárias. Não foi só o curso de geografia, afetou toda a EAD”, confirma Diego Souza, chefe da Coordenadoria Institucional de Educação à Distância da Ufal.
“Professor disse que não sabe quando vamos ter aula de reposição de matéria e que a gente faça o que puder fazer. Eles não dão esperança nenhuma. Um descaso que na verdade acontece no curso. E nem é esse custo todo não. É falta de boa vontade mesmo. Até para responder um e-mail eles demoram”, lamentar Tatianne Souza, aluna de geografia.
Mesmo com recorrentes dificuldades, a Ufal, após liberação da Caps, que coordena os cursos EAD da UAB no Brasil, deve lançar novo edital ainda neste primeiro semestre para vestibular aos cursos de letras/português, letras/espanhol e matemática.
