
No julgamento, os jurados rejeitaram a tese defensiva, que negava a participação de Kerlisson. Também consideraram que o homicídio foi praticado por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima.
O magistrado não concedeu ao condenado o direito de recorrer em liberdade e manteve sua prisão preventiva. Para Geraldo Amorim, a forma como a execução ocorreu indica frialdade, periculosidade e covardia. O juiz expediu alvará de soltura para o réu Thyagor Manoel.
O crime aconteceu dentro da casa da vítima, no bairro do Benedito Bentes. De acordo com o Ministério Público Estadual (MPE/AL), a motivação seriam disputas entre grupos rivais por tráfico de drogas.
A denúncia do MP diz que, de dentro de um presídio, o réu Kerlison ligou para seu primo, um menor de idade, pedindo para que ele “desse um jeito” na vítima. O adolescente entrou em contato com outro indivíduo, a fim de matarem Alberson Gomes.
Guilherme Carvalho Filho – Dicom TJAL
