
No ano passado, em uma operação batizada de Polímero, 23 integrantes da organização criminosa foram denunciados pelos crimes de fraudes societárias, falsidade ideológica, lavagem de bens e emissão de notas fiscais inidôneas, tendo causado um prejuízo de R$ 37 milhões aos cofres de Alagoas e São Paulo.
As investigações identificaram novos desdobramentos criminosos realizados pelo grupo, o que levou o Ministério Público a requerer um novo bloqueio de R$ 27 milhões, além do sequestro de um jato executivo Raytheon Aircraf, avaliado em R$ 11 milhões, apreendido no Paraná.
Segundo o MP-AL, no ano passado, a organização criminosa emitiu 1.644 notas fiscais falsas que somaram quase R$ 221 milhões, causando prejuízo aos cofres públicos de Alagoas.
De acordo com o Gaesf, as fraudes aconteceram por meio da criação de 16 empresas de fachada e/ou pessoas jurídicas inexistentes, utilização de “laranjas” e avatares e simulação de venda de produtos utilizando as notas fraudulentas que foram distribuídas para 40 empresas paulistas.
