
As buscas começaram quando Maria Gildete foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após sofrer agressão física e ter um traumatismo cranioencefálico. A cidadã foi admitida no HGE no último dia 18 como “paciente não identificada”. A partir de então, as buscas para identificação dos familiares foram iniciadas.
A procura pelos parentes contou com apoio do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos de Alagoas (Plid-AL) e do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL).
A irmã da paciente foi recebida pela equipe multidisciplinar da Rede de Atenção às Violências (RAV), que coletou as informações necessárias para a regularização da admissão. Durante o acompanhamento, o quadro clínico da irmã foi apresentado. Ela segue em estado grave e entubada.
Maria Aparecida falou da emoção de poder reencontrar a irmã e lamentou a atual situação. “Nós não tínhamos contato com ela há uns 10 anos. De repente, tivemos notícia de que ela estava aqui no HGE, por meio do pessoal do hospital. A partir daí iniciamos a nossa movimentação para poder vir aqui cuidar dela. Estamos muito emocionados!”, disse.
Ainda não há previsão de alta hospitalar, uma vez que o quadro, apesar de estável, permanece grave. Os familiares, agora, acompanham o atendimento, que conta com a repetição de exames, administração de medicamentos, abordagens multidisciplinares e avaliação de especialistas.
*com informações da assessoria.
