
A ação foi impetrada pela defesa de Karla Cavalcante. O TRE julgou procedente o pedido de antecipação de tutela, requerendo que a Justiça Eleitoral determinasse a imediata retirada do material divulgado ilegalmente. O vídeo em questão, traz um áudio, atribuído a Karla Cavalcante, onde ela discute com um apoiador dos Garrotes, cuja gravação foi feita de forma ilegal.
Os elementos e provas apresentadas pelos advogados, Augusto Bonfim e Erik Gabriel foram acatadas sem qualquer questionamento. O Tribunal Regional Eleitoral entendeu que os irmãos Garrotes praticaram o crime de “prova forjada” para obter vantagens em favor de Ângela Garrote.
