
Anselmo Brito citava “arroubos” e “flexibilização de tudo que acontece no Tribunal” e citou que “sempre se busca vestir-se, colocar uma carenagem, até às vezes de moralidade e retidão, quando fatos comprováveis não são exatamente o que se quer passar.”
“Tudo o conselheiro Rodrigo persoaliza [sic]… fico até com receio, até pediria para mudar de lugar, porque até temo pela minha compreensão física, até temo”, disse Anselmo Brito. Brito então pediu que a assessoria militar do tribunal ficasse mais perto dos conselheiros.
Em dezembro do ano passado os dois conselheiros protagonizaram outro desentendimento. Eles trocaram farpas e discutiram após uma cobrança feita por um deles referente a um processo. Fontes ligadas ao TCE afirmaram que, após os ataques, Rodrigo Cavalcante iria à Justiça contra o colega.
A discussão, que durou cerca de 16 minutos e foi assistida por outros conselheiros da Primeira Câmara do Tribunal de Contas, passou, inclusive, por algumas insinuações sobre sexualidade, que visivelmente desagradaram os demais conselheiros, que permaneceram calados diante das falas dos colegas.
