
Na comparação com os últimos três do ano passado, porém, houve alta de 2,30%, de janeiro a março de 2021, na série dessazonalizada, ou seja, livre de influências. Em relação ao mesmo período de 2020, o indicador do BC aponta alta de 2,27%, sem ajuste sazonal.
O indicador ainda registra perdas de 3,37% no acumulado dos últimos 12 meses. No mesmo mês de 2020, o IBC-Br apresentou crescimento de 6,26%.
Os dados do IBC-Br, os quais são coletados a partir de uma base de indicadores similar à do indicador oficial (apurado pelo IBGE) que mede as riquezas produzidas no Brasil, desabou nos meses de março de abril do ano passado em meio às medidas restritivas adotadas para conter o avanço da covid-19. Porém, avançou nos 10 meses seguintes, até fevereiro, vindo a perder ritmo novamente em março.
Em 2020, a economia brasileira encolheu 4,1%, mesmo após registrar forte retomada ao longo do segundo semestre. O maior tombo da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em 1996, foi guiado pelas quedas significativas da indústria (-3,5%) e dos serviços (-4,5%).
