
Fontes da área de saúde admitiram ainda que esperavam que, apesar do comportamento impulsivo do presidente, dessa vez ele seguisse o protocolo diante do avanço da pandemia no Brasil, que já registra 200 casos.
Neste domingo, subiu para 11 o número de infectados no grupo que acompanhou Bolsonaro na viagem a Flórida, nos Estados Unidos. Além dos 11 brasileiros, o prefeito de Miami, Francis Suarez, que recepcionou a comitiva brasileira, também está com a covid-19.
Na última sexta-feira, conforme o Estado revelou, médicos da Presidência orientaram que Bolsonaro, apesar de testar negativo para o coronavírus, ficasse em quarentena pelo menos até a próxima terça-feira. Nesta data, se completa sete dias da volta de Bolsonaro dos Estados Unidos ao Brasil, portanto o último contato sabido com pessoas infectadas.
Outros integrantes que viajaram no avião presidencial ou estiveram com Bolsonaro nos Estados Unidos confirmaram que também foram orientados a ficar em auto-isolamento, mesmo com resultado negativo para o coronavírus. Assim como presidente, eles foram informados que terão que refazer o exame.
Ao divulgar neste domingo que quatro integrantes da equipe de apoio do voo presidencial testaram positivo para o coronavírus, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) confirmou a orientação de quarentena mesmo para quem não está infectado.
“Os demais componentes, cujos testes apresentaram resultados negativos, continuarão no auto-isolamento, cumprindo o protocolo determinado pelas autoridades sanitárias”, informou a nota.
Fonte: Estadão
