
Procurado por VEJA, o ministro reconheceu que teve dois convites, mas negou-se a confirmar quais foram as agremiações. “Meu plano de voo não é, nem nunca foi, a política. Depois do meu período no ministério, tendo a ir para a iniciativa privada”, afirmou. “As pessoas pensam que todo mundo que chega ao governo quer entrar na política. Mas também é muito legal ser técnico. Te dá muita independência. É disso que eu gosto”.
Freitas é servidor da Câmara dos Deputados, com o cargo de consultor legislativo. Antes, era auditor da Controladoria Geral da União (CGU).
