
Os investigadores tentam cumprir 110 mandados nos estados de Alagoas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, São Paulo, Tocantins e Sergipe.
Conforme dados do Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL) e da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL), que ordenam a averiguação, a senhora presa em Roraima foi identificada como Sara.
“Ela liderava tudo de Sergipe, diametralmente de Roraima. Sara era respeitada e tida como centralizadora, se houvesse chefes era a mais alta da hierarquia. O novo cônjuge dela está no semiaberto e uma das qualidades dela é ser abundantemente violenta”, descreve um dos investigadores da operação.
A seita criminosa age em Roraima no tráfico de drogas, de armas e de ouro. Nos diferentes estados, ela atentava ainda crimes de sequestros, assaltos e, e determinando desempenhos de diversos delituosos.
A averiguação assinalou que Sara adentrou para a facção criminosa por meio do conivente, que já era elemento da facção.
