
A paralisação envolve peritos criminais, médicos legistas, odontolegistas, técnicos forenses e papiloscopistas.
Os IMLs de Maceió e Arapiraca não irão realizar necropsias e exames de corpo de delito, inclusive em presos. Apenas os atendimentos a vítimas de estupro serão mantidos.
No caso do IC, apenas uma equipe vai cobrir todo o estado, e os laboratórios não atenderão pedidos de urgência. Todas as atividades voltam ao normal na manhã do sábado (10).
O ato foi decidido em assembleia. Os servidores querem abrir diálogo com o governo sobre a valorização da categoria, nos mesmos moldes aplicados a outras carreiras da Segurança Pública.
“No momento, o que estamos pedindo ao Governo de Alagoas é que escute nossa reivindicações. Até o momento, não existe sequer uma mesa de negociações com a categoria”, afirma João Guimarães, perito odontolegal.
G1
