
O pleito, na época, deveria ter acontecido em 15 de dezembro, mas acabou suspenso após o grupo de Otávio Lessa ter acionado a Justiça contra decisão da própria presidente à época, Rosa Albuquerque, que liberava para votar a conselheira substituta Ana Raquel Calheiros. Ela ocupa a vaga aberta há dois anos com o afastamento do conselheiro Cícero Amélio.
Pelo Regimento Interno do TC, porém, apenas conselheiros titulares têm direito a voto. O caso foi levado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e o presidente, ministro Dias Toffoli, vetou a participação de Ana Raquel, negando recurso da Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos.
