
“O acesso a profissionalização como menor aprendiz é um direito constitucional. O foco do Poder Judiciário é preparar esses jovens para o mercado de trabalho”, disse a magistrada.
De acordo com a programação, os aprendizes terão 20 dias para se especializarem na área administrativa para, assim, iniciarem os trabalhos em agências da Caixa. Após o período, o curso prossegue num dia específico na semana na Casa dos Conselhos.
Para a juíza, a possibilidade ser contratado é bem maior havendo experiência. “As empresas, muitas vezes, não querem admitir um funcionário sem prática anterior. Tenho certeza que eles serão bem preparados e sairão prontos para o mercado de trabalho”, destacou.
O convênio foi assinado no último dia 9, na sede da secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh). Além da chefe da pasta, Maria Silva, estiveram presentes representantes do Renapsi e a coordenadora do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente (Fetipat), Nelma Nunes.
TJ/AL
