
De acordo com os autos, a vítima foi atingida após uma discussão com o acusado. Uma segunda pessoa que foi apartar a briga também foi golpeada.
Ao analisar o processo, o desembargador ressaltou que Djanilton Santos Silva confessou o crime ao ser interrogado pela polícia. “A conduta imputada ao paciente, além de muito grave, é deveras repugnante e revela menosprezo pela vida alheia”, frisou Sebastião Costa Filho.
No pedido, a defesa fundamentou, entre outras questões, que o acusado é réu primário, possui bons antecedentes e residência fixa. Para o desembargador, porém, não há conjunto probatório suficiente para conceder a liminar. “A concessão de liminar em habeas corpus é medida excepcional, cabível apenas na hipótese de flagrante ilegalidade”, reforçou Sebastião Costa Filho.
Matéria referente ao processo nº 0800100-27.2019.8.02.0000
