
De acordo com o relato de testemunhas registrado no boletim de ocorrência, o empresário do ramo de alimentos tentou atropelar Mariana, mas ela fugiu e conseguiu pular o muro de uma casa. Ele alcançou a mulher e deu 12 facadas pelo corpo da médica. Após assassinar a esposa, o homem estava transtornado e, gritando, golpeou a si mesmo com quatro facadas. A menina foi achada na cadeirinha no banco de passageiro do veículo com um golpe de faca, segundo o G1. Um estudante que presenciou o crime afirmou que Mariana gritou várias vezes por socorro e que as testemunhas só viram que a menininha estava esfaqueada no carro quando a PM chegou. A faca utilizada nos crimes tem lâmina de 20 centímetros.
Após o crime, o homem e a criança morreram ao dar entrada no hospital. Já a mulher morreu no local do crime.
A família morava em Uberlândia e, de acordo com a Santa Casa de Araguari, que fica a cerca de 40 km de distância, Mariana era plantonista da ginecologia e obstetrícia da unidade desde janeiro deste ano e estava de plantão naquela madrugada.
