
“Foi muito tenso. Um deles chegou a apontar o fuzil para minha nuca e mandou revistar todo mundo, mas na hora outro gritou chamando para ir embora. Levaram todos os nossos pertences e dos outros clientes”, relatou o deputado, que é ex-PM, em entrevista ao EXTRA. Ele ainda relembrou que, com ele, estavam na mesa assessores, amigos e policiais militares.
“Os militares que estavam conosco não reagiram e nem foram identificados, senão poderia ter sido muito pior. É uma sensação de impotência. Primeiro por sermos assaltados dessa forma e depois por ouvir da própria polícia que não pode ir atrás dos nossos bens roubados por ser uma favela”, disse.
Após terem os celulares roubados, as vítimas conseguiram fazer rastreamento e indicava uma rua na comunidade Cidade de Deus. Segundo Delaroli, agentes que atenderam a ocorrência disseram que não iriam entrar em favela.
