
No mesmo processo, o ex-governador Sérgio Cabral foi condenado a 22 anos e oito meses. Também foram condenados a ex-primeira dama Adriana Ancelmo, o ex-secretário Wilson Carlos, o ex-braço direito de Cabral, Carlos Miranda, e o braçi-direito de Eike, Flavio Godinho.
Eike já foi considerado o oitavo homem mais rico em lista da revista Forbes, com sua fortuna de R$ 34 bilhões. Investigado na Operação Calicute, chegou a ser preso mas obteve a prisão domiciliar depois de um recurso.
O empresário foi acusado de pagar propina para conseguir facilidades em contratos no estado do RJ na gestão Cabral, inclusive através de um contrato fictício.
