
Segundo o jornal Extra, os corpos foram encontrados esquartejados em setembro do ano passado. O delegado regional, Rosalino Seara, explicou à publicação que havia pelo menos duas grandes linhas de investigação: tráfico de pessoas e ritual macabro. Em relação à última, foram encontrados vários indícios e a polícia conseguiu confirmar a existência do templo.
As investigações continuam para encontrar os crânios das vítimas e identificar outras pessoas envolvidas no caso.
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