
O golpe acontecia quando um dos investigados se apresentava a pequenos empresários com o nome falso de Fabio Rezende, dizendo ser assessor parlamentar no Senado.
O criminoso dizia que tinha uma proposta comercial vantajosa, mas o negócio só poderia acontecer após o pagamento de uma comissão para ele.
Na sequência da negociata, os comparsas do falso assessor se apresentavam como investidores, que contratariam e pagariam pelo serviço. A atividade ainda não foi revelada pela PF.
Quando a negociação terminava, enquanto o estelionatário recebia dinheiro verdadeiro na comissão, os falsos investidores entregavam para a vítima uma mala cheia de dinheiro falso.
Ainda segundo a investigação, há indícios que o grupo seja o responsável pela falsificação de dinheiro que circulou no Espírito Santo em 2016.
Os investigados já têm passagem pela polícia. Eles foram presos nos anos de 2014, 2015 e 2016 por crimes semelhantes.
Fonte: G1
