
Passados sete meses de gestão, a situação da saúde em Palmeira dos Índios, especialmente nos postos de saúde, é considerada preocupante pela população e os problemas persistem.
Alguns dos problemas relatados é a falta de medicamentos. O professor Roberto Wanderley, residente no centro de Palmeira dos Índios, reclama da falta de medicamentos. Ele cobra da administração municipal providências imediatas no sentido de resolver o problema na saúde pública. “Em muitos postos de saúde há falta de medicamentos como para pressão alta, fui buscar minha medicação no posto de saúde Oásis no centro e não tinha. Isso tem gerado inúmeros transtornos a quem precisa dos remédios. Falta losartana, omeprazol, remédios básicos. Não sou partidário, mas essa situação está pior que a anterior, isso é óbvio. O prefeito só fala, faz marketing, mas não faz nada. Não mostrou a que veio”, desabafou.
Ainda em tom de desabafo, Wanderley, falou sobre as promessas do atual gestor em relação a abertura da emergência do hospital. “O prefeito prometeu durante a campanha reabrir a emergência do hospital, até agora nada. Quero saber se aqui não existe nenhum chaveiro que consiga abrir o cadeado para que o hospital abra suas portas para a população?”, indagou.
A falta de medicação também atinge o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf), de medicamentos de uso contínuo e de alto custo. Uma paciente que preferiu não se identificar, definiu como “exaustiva” a espera. “Estou cansada de chegar aqui e não ter a medicação. Sou paciente renal crônica e não posso passar sem a medicação que há meses estamos na espera”, explicou.
A reportagem do portal Estadão Alagoas entrou em contato com a Secretaria de Saúde e até o fechamento da matéria não obteve resposta.
