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Festa é “papa” na boca de um povo ludibriado e tapeado

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Por Carlos Augusto Filho

(Crédito: Assessoria)

Não fosse a participação de alguns artistas, na Praça do Skate em Palmeira dos Índios, a configuração dessa noite de 12 de junho seria mesmo um comício digno de críticas de um TSE já desmoralizado.

Velhas raposas em cima de um palanque, com discursos fadados ao fracasso e manjado pela população.

Prefeito que propaga que essa é a “Capital da Cultura”, deveria se envergonhar de fazer um discurso pobre, tentando chamar para si a atenção, e ainda mais abrindo as portas para o seu protegido, presidente da Câmara de Vereadores, Júnior Miranda.

Festa é muito bom, mas não resolve os problemas primordiais de um povo ou de uma comunidade. Festa acalenta, tapeia, mas não alimenta nem dá sustentação a ninguém. “Papa na boca do povo” é com o que um canalha como Lula da Silva consegue ludibriar um monte de brasileiros mortos de fome.

São festas que iludem esse povo já tão sofrido e imbecilizado pelos seus próprios ditos representantes. Que pena que sejamos ainda assim, e o seremos por mais muitos anos. Acreditar em quem muito mal nos representa até parece que é um dom desse povo brasileiro, alagoano e, particularmente palmeirense. Assim como o prefeito Albérico Cordeiro, que era do Pilar e colocou uma bagre na entrada da antiga Uneal, o atual prefeito Julio Cezar, natural de Caruaru, quer transformar o município na capital do forró.

Andar por esses caminhos é mesmo uma trilha talvez sem volta. E nossos filhos? E nossos netos? Nossas mulheres? Quem responderá por todos eles. Deveríamos ser nós, simplesmente por escolhermos tal mal. Vergonha é o que deveríamos ter.

Que festa, minha gente?

Cobrem de seus representantes o direito de ser feliz e ter qualidade de vida. Festa não dá nada a ninguém. A eles, que se locupletam e nos roubam com isso, a vida fica sempre bem melhor. Olhem para frente e procurem um destino digno.

Paremos de ser os próprios idiotas!

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