
O Hospital acaba de implantar o serviço de ouvidoria, que tem o desígnio de ofertar um canal direto de comunicação entre os usuários e a instituição. O escopo é identificar obrigações e atravanques existentes na caça de soluções para as denúncias que sejam expostas, além de aperfeiçoar a qualidade no acolhimento.
O provedor do Hospital, clínico Pedro Gaia, definiu se licenciar do cargo desde 5 de agosto, alegando para isto, as famosas questões pessoais. Quem o substitui?
Como em nossa terrinha tudo permanece em família, o seu primo autêntico, médico (clínico geral e cirurgião plástico da escola Ivo Pitanguy) Fernando Juliano Gaia Duarte, foi quem recebeu o presente de primo (ou de grego?), assumindo assim, interinamente, a chefia do administrativo da Unidade Hospitalar no período de afastamento do titular.
Como no Brasil de hoje todo interino passa à condição de titular, a exceção de Waldir Maranhão, há quem aposte que pelo caráter e por ser extremamente humanitário, além de excepcional administrador, Dr. Fernando adquira rapidamente a titularidade definitiva, e venha promover boas novas em benefício do sofrido povo palmeirense, e da própria instituição de saúde, massacrada por erros internos atribuídos às gestões anteriores, mesmo entendo que a toda mudança ocorrem rejeições.
Como na política, contudo sem impeachment, Dr. Pedro perde o mandato, mas mantém o direito de clinicar. E tudo isto antes de qualquer manifestação, evitando que algum paciente revoltado desfile pelos corredores do hospital, totalmente nu, e transportando uma placa; ‘Fora Pedro!’ – ‘Vem, Fernando!’
E por não me meter em questões de primos,
Fui!
Austrelino Bezerra
