
A justiça eleitoral decidiu rejeitar o pedido de Luiz Lobo apresentada ao Ministério Público na última quarta-feira (03), para que o promotor eleitoral de Palmeira dos Índios, Jomar Moraes fiscalizasse a convenção partidária objetivando garantir a lisura no processo de escolha partidária. “Apresentei as argumentações do partido cujos documentos dão prova da total legalidade dos atos partidários, e que não existia nada de antidemocrático e irregular, o que de fato a justiça entendeu a matéria ser de cunho interno do partido”, explicou o advogado do partido, Luciano Galindo.
Diante do fato, o PSL realizará a convenção e decidirá quem será candidato. Com essa decisão Lobo fica em maus lençóis, pois atropelou a comissão provisória do partido, sem ter autorização para isso, inclusive, abrindo as portas do seu comitê localizado no centro da cidade, sem ao menos ter a presença de nenhum membro da comissão provisória municipal, sendo contra a ética partidária descrita no estatuto do próprio partido.
De tal maneira, Luiz Lobo entra em colisão com o presidente do PSL, o ex-vereador e ex-secretário municipal de Educação, Júnior Miranda. Como integrante do partido, Lobo ainda mantém a sonho de entrar na disputa para prefeito de Palmeira dos Índios.
Documentos mostram, que Lobo acusou o PSL em Palmeira dos Índios de desrespeitar a democracia partidária, retirando das convenções a sua transparência e o respeito ao democratismo interno, o que lhe foi negado, conforme ofício.

