
De acordo com Paulo Cerqueira, as investigações sobre o caso serão mantidas em sigilo para não trabalhar o curso dos trabalhos. Segundo ele, o levantamento inicial aponta que, de fato, José Clério foi morto por ser policial civil. “As investigações vão apontar todos os envolvidos no caso. A comissão já tem algumas suspeitas e a linha de investigação”, expôs Cerqueira.
O delegado-geral esclareceu ainda que não se tem certeza se a arma que o agente policial tinha foi levada pelos criminosos durante o assalto ao coletivo. “Apesar de apresentar uma qualidade ruim, as imagens do circuito de segurança do ônibus serão fundamentais para identificar todos os suspeitos. A população também pode ajudar por meio disque denúncia”, ressaltou o delegado.
Clério foi morto após o jantar, enquanto retornava para a Central de Flagrantes, onde cumpriria o resto do seu plantão policial. Amigos e colegas de trabalho o descreveram como “boa praça” e sempre “disposto a ajudar o outro”. Ele foi sepultado na tarde desta sexta-feira, no Benedito Bentes, e deixa esposa e uma filha de 11 anos.
*Com Gazeta Web
