O candidato a vice-presidente da República, Alfredo Gaspar, votou no início da tarde deste domingo (25), acompanhado da esposa, da mãe e das netas. Após registrar o voto, ele defendeu a pacificação do país e afirmou que uma eventual vitória da chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro deverá resultar em um governo voltado para todos os brasileiros.
Questionado sobre o que os eleitores de Lula poderiam esperar em caso de vitória da oposição, Alfredo afirmou que a proposta é superar as divisões políticas e evitar qualquer tipo de perseguição.
“Está na hora de a gente pacificar o país. Evidentemente, levando à frente tudo aquilo que a gente propôs. O país não vai ser dividido na parte A nem na parte B. Não é um governo de vingança, é um governo de unificação”, declarou.
O candidato também avaliou positivamente a campanha eleitoral e demonstrou confiança no resultado das urnas. Segundo ele, as agendas realizadas em diferentes regiões do país foram importantes para apresentar propostas e esclarecer dúvidas da população.
“Fomos muito bem recebidos de Norte a Sul, aqui no Nordeste a mensagem foi passada”, afirmou.
Após a votação, Alfredo informou que viajaria para encontrar Flávio Bolsonaro, a convite do candidato à Presidência. Ele garantiu, no entanto, que retornará a Alagoas após a divulgação do resultado, independentemente do desfecho da eleição.
“Não é todo dia que você é candidato a vice-presidente da República, mas, quando eu aceitei, entreguei meu destino a Deus. Se for para o bem do Brasil, Deus irá fazer essa condução”, declarou.
Alagoas e Nordeste entre as prioridades
Ao falar sobre as expectativas para uma eventual gestão, Alfredo Gaspar destacou o compromisso de contribuir para melhorar os indicadores sociais de Alagoas e do Nordeste. Ele afirmou que pretende atuar em parceria com lideranças políticas, mantendo o foco na população em situação de maior vulnerabilidade.
“Eu quero ser um agente transformador de Alagoas e do Nordeste, com muita humildade, dando a mão à classe política, mas principalmente ao povo mais sofrido”, disse.
Sobre a possibilidade de ampliar o número de municípios alagoanos favoráveis à chapa, o candidato evitou fazer previsões e ressaltou a importância do posicionamento dos eleitores do estado.
“Eu não tenho bola de cristal. Eu sou um alagoano na disputa à Presidência. Se Alagoas entendeu esse recado, é hora de aproveitar a oportunidade”, concluiu.

