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O alvo em Palmeira dos Índios é detonar candidatura de Júlio Cézar

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1A velha política não perdoa e mostra suas garras toda vez que é contrariada. A prática é conhecida dos alagoanos e dos adversários também. Geralmente, essas investidas não apresentam o resultado esperado porque não são combinadas com a população que é livre na escolha daqueles que representarão sua cidade.

Ouvido pelo blog Bernardino Júlio Cezar, não passou recibo. “Trabalhamos muito para fazer essa frente, dialogando e ouvindo lideranças. O esforço de agora por diante é garantir a unidade do grupo neste momento de definições. Penso que o apoio político é indispensável, porém tão importante quanto, é o apoio da população, é ter o povo do nosso lado” comentou o socialista.

A interferência externa e de forças ocultas nas eleições municipais não passa de um erro elementar, uma faca de dois gumes. A história testemunha que esse modelo mais que fracassou, em função, de um maior acesso à informação nos veículos de comunicação e nas redes sociais. “Os tempos mudaram” avalia o professor e cientista político, Manoel Siqueira.

Exemplo disso foi o bote sofrido esta semana pelo grupo do pré-candidato a prefeito, Júlio Cezar (PSB), em Palmeira dos Índios, que por pouco não ficou a ver navios. Forças externas e de grande influência tentam esvaziar o grupo liderado pelo filho da verdureira, apelido batizado pela imprensa na época em que Júlio foi candidato a governador em 2014.

A decisão de Júlio Cezar ir para o PSB foi a mais acertada politicamente. Caso estivesse num partido fraco ou influenciável pela ingerência dos poderosos caciques, certamente estaria com sua candidatura ameaçada. “Ele enfrenta com habilidade, coragem e equilíbrio estruturas políticas e econômicas muito fortes” completa Siqueira.

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