
Segundo a assessoria de comunicação da Seris, o reeducando teve uma crise epilética, no domingo (31), e morreu dentro da enfermaria do presídio e os agentes penitenciários não encontraram nenhuma marca por espancamento, mas somente com o laudo da cadavérico será possível afirmar a causa da morte.
A publicação desta terça traz o nome de três servidores que irão apurar, através de processo administrativo, a morte do preso. Ainda segundo o texto, é garantido aos investigados ampla defesa.
Fonte: G1
