
O político responde a cinco processos de improbidade administrativa na Justiça estadual. Na quinta (8), Celso Luiz e outros acusados irão depor sobre as possíveis irregularidades no Instituto de Previdências do Município de Canapi (nº 0800002-78.2016.8.02.0022), no qual se verificou a ausência de repasse das contribuições previdenciárias dos servidores e patronais no valor de R$ 805.898,31.
Entre os processos por improbidade administrativa que tramitam na Comarca de Mata Grande contra o ex-prefeito estão os referentes a falta de repasses dos empréstimos consignados retidos dos salários dos servidores municipais tanto para o Banco do Brasil, no valor de R$ 243.609,38 (processo nº 070000383-78.2016.8.02.0022), quanto para a Caixa Econômica Federal, R$ 179.131,66 (nº 0700385-48.2016.8.02.0022), além da falta de repasse do duodécimo ao Poder Legislativo Municipal (nº 0700313-61.2016.8.02.0022).
Celso Luiz ainda responde ao processo nº 0700267-72.2016.8.02.0022 sobre um suposto desvio de R$ 11 milhões das contas da prefeitura para terceiros no período de janeiro de 2015 a fevereiro de 2016. Durante a tramitação desses processos, Celso Luiz teve bens bloqueados pelo Judiciário alagoano.
De acordo com o magistrado, a audiência é pública e poderá ser acompanhada pela imprensa.
