
Apesar do resultado ter saído apenas este ano, o prazo para entrega do documento foi 2016, e até o momento nada foi divulgado. Em entrevista aos veículos de comunicação do estado, o presidente da Casa, Luiz Dantas, declarou que, se fosse seguir o que determina o estudo da FGV, a Assembleia não contaria com mais nenhum funcionário.
Para Rodrigo Cunha, é preciso que todos tenham acesso ao resultado da consultoria e, caso existam irregularidades de fato, que elas sejam sanadas. “Minha luta aqui na Assembleia é pela transparência e pelo acesso à informação. É inconcebível que, um trabalho pago com dinheiro público, seja guardado a 7 chaves. Se tem algo de errado as pessoas precisam saber, e a Casa precisa consertar, por isso pedi acesso ao resultado da consultoria”, destacou.
Segundo o parlamentar, assim como é preciso cobrar de todos os poderes, a ALE também precisa prestar informações e ser transparente com a população. “Tive conhecimento de que o Ministério Público também solicitou o resultado da auditoria. É preciso ser claro com todos, principalmente com os cidadãos. Não estamos aqui para expor ninguém, e não é esse o objetivo do estudo, mas sim, resolver os problemas da folha e dar maior respeito ao dinheiro público”, disse.
