Polícia

Caso Marisa: Em 4 linhas, e até agora nada

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marisaA polícia civil ainda não tem solução para elucidar o assassinato da jovem Marisa da Silva Ferreira, de 25 anos, que foi assassinada por vários disparos de arma de fogo, no último dia 14 de fevereiro, crime ocorrido na  Rua Dr. Aristeu Arruda no bairro Paraíso em Palmeira dos Índios. A vítima residia na Rua Adelaide Carvalho, no Loteamento Padre Ludugero, na mesma cidade e foi emboscada sem chance de defesa, quando trafegava por uma das ruas da cidade.

Em entrevista concedida ao nosso portal ha semanas, o delegado Salles falou sobre alguns crimes acontecidos em Palmeira dos Índios, e na oportunidade citou que estava trabalhando no Caso.

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“O caso do jovem identificado como Leandro da Silva Rocha, que foi assassinado com vários tiros de arma de fogo dentro da residência no Sítio Amaro, até o momento está sem autoria. Em relação ao fato dos dois algozes chegar á casa da vítima de colete, alegando serem policiais, serviu para facilitar a execução, não que de fato fossem.

– Já em relação à morte do mototáxi Donizete da Costa durante a cavalgada de Nossa Senhora do Bom Conselho, que passava por Palmeira com destino a Arapiraca, no início do mês, já foi solucionado. Três pessoas foram presas entre eles um militar. O motivo foi a cobrança de uma dívida, ainda não se sabe o que originou a divida, mas o crime tinha características de acerto de contas.

– No caso da jovem Marisa Ferreira existem quatro linhas de investigação. Não posso afirmar,  mas existe uma grande possibilidade de ser crime passional. Grande parte da família já deram depoimentos.”

Apesar de ter quatro linhas de investigações, a polícia não apresentou até agora, através da imprensa, como anda o desenrolar das investigações. Não se sabe se ainda trabalha-se com a possibilidade de quatro linhas de investigação, ou se resta apenas duas para que o caso seja concluído.

O Portal Estadão Alagoas não se prende somente em noticiar o fato. É prioridade nossa acompanhar o desenrolar do acontecido, para que a população saiba que existe justiça, e que possa confiar nas instituições da nossa cidade e do nosso estado.

Da Redação do Estadão Alagoas

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