
Sem falar português ou inglês, a jovem passou por situação de incertezas no presídio feminino Santa Luzia, até ser descoberta por voluntários da Pastoral Carcerária, da Igreja Católica. Uma das integrantes da Pastoral acolheu a jovem em casa, condição dada pela Justiça para que ela responda em liberdade, já que não tem endereço fixo no Brasil. Mesmo assim, Iveta usa uma tornozeleira eletrônica para localização.
Iveta alega que não sabia das transações do namorado e que é vítima dessa situação. O advogado da Pastoral Carecerária está cuidando do caso.
Fonte: TNH1
