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Rogério Paranhos concede entrevista ao Estadão sobre Processo Seletivo

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Após a divulgação do resultado preliminar do processo seletivo realizado pela Prefeitura Municipal de Palmeira dos Índios e gerada insatisfação por parte de alguns candidatos ao concurso, o portal Estadão Alagoas recebeu várias denúncias dando conta de que supostamente teria havido fraude no âmbito do referido processo, realizado para contratação temporária de profissionais para a área de  Educação, e que Inclusive, segundo os mesmos, o certame teria sido realizado com “cartas marcadas”, com o intuito de favorecer pessoas ligadas ao prefeito James Ribeiro (PSDB).

Ainda de acordo com dos candidatos, que não concordou em se identificar, a suposta fraude consiste no fato de que a Secretaria Municipal de Educação não selecionou as pessoas que foram aprovadas no seletivo conforme a pontuação e colocação, mas, de forma aleatória.

Esclarecimento do Ministério Público

Diante das denúncias, este Portal procurou o Promotor Rogério Paranhos, Chefe do Ministério Público em Palmeira dos Índios que esclareceu os fatos envolvendo a questão. Segundo o Promotor:

“O município de Palmeira dos Índios lançou um processo seletivo simplificado para 545 cargos. O Ministério Público analisou detalhadamente, através de seus membros e chegou à conclusão que vários cargos e funções ali não estavam previstos na Lei Municipal que autoriza a contratação temporária por excepcional interesse público. Sinalizamos isso para o Município e, infelizmente não houve uma possibilidade de acordo. Então ingressamos em Juízo com uma Ação Cautelar Preparatória, quando, depois de audiência convocada pelo Juíz responsável, ficou acordado e esclarecido que apenas os cargos que, por lei for permitida a contratação, estarão mantidos; os outros que não fazem parte das permissões legais estão fora do referido Processo”, declarou Dr. Rogério Paranhos.

 

 

Da Redação

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