
Foi há duas semanas que o promotor ouviu uma funcionária do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), que confirmou a suspeita de que um outro colega, que também trabalha na entidade, chamado Erivaldo, poderia estar envenenando os animais assistidos pelo Núcleo. Foi ouvida ainda uma pessoa que mora nas proximidades do Neafa e que presta alguns serviços voluntários à instituição.
O promotor de Justiça recebeu a funcionária a pedido da Comissão de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (CMABEA) da OAB, que levou a mulher até a sede da 62ª Promotoria de Justiça da Capital. Toda a oitiva dela foi acompanhada pelos dois advogados da referida Comissão. Inclusive, durante esse encontro, o promotor advertiu aos dois depoentes sobre a possibilidade do crime de denunciação caluniosa. Entretanto, as duas pessoas mantiveram as denúncias.
O depoimento da funcionária foi tornado oficial por meio de um termo de declaração que, após concluído, foi encaminhado à Polícia Civil.
Após a oitiva da funcionária, o promotor encaminhou-a à Polícia Civil, solicitando à autoridade policial a apuração das informações recebidas pelo MPE/AL.
O promotor esclarece que o inquérito policial sobre o fato é público e que, até o momento, não tem conhecimento a respeito da decretação de sigilo nas investigações.
Assessoria
