
A gravação que tinha características de uma “armação” chegou a ser periciada pela da Polícia Federal, por meio de uma solicitação do juiz eleitoral Leonilzo de Melo Freitas, quando então pediu um prazo de dois meses para observar o vídeo que era a base da denúncia de compra de votos contra Tonho Neto. Só que nada foi constatado na época. Na verdade, o rolo de acusações de compra de votos, chegaram a render mais três outras ações contra Tonho Neto; ações que foram orquestradas por seus adversários, o então vereador Adriano Santos e Tereza Nelma (PDT), a candidata derrotada para prefeita naquele pleito. Os dois receberam o suporte do Mima, que derrotado para vereador rompeu com seu correligionário Tonho Neto.
Vibrante pelo resultado ocorrido a seu favor, o prefeito Tonho Neto lembrou que devido a grosseria da suposta montagem do vídeo, foi que no julgamento de terça-feira, os desembargadores do TRE/AL, Fábio Bitencourt e Elizabete Carvalho entendendo que a gravação do vídeo teria sido uma ‘armação’ mal arquitetada contra ele, chegaram a sugerir para que o fato seja apurado a partir de agora, pelo Ministério Público Estadual, a fim de que os acusadores sejam punidos severamente.
Edmilson Teixeira
