Por Grazi Duarte

Durante o discurso de abertura da solenidade, o governador Teotônio Vilela Filho declarou que o investimento feito na cidade de Palmeira dos Índios faz parte de um conjunto de ações que estão acontecendo em todo o estado. “Estamos diversificando a nossa economia. Nos últimos sete anos, trouxemos mais de 40 hotéis, dois grandes shoppings e dezenas de outros empreendimentos. Isso é uma prova de que conquistamos a credibilidade junto aos investidores”, enfatizou.
Para o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, André Paffer, a atual gestão retomou o desenvolvimento do estado. “Alagoas estava estacionado há décadas. Graças à captação de recursos para instalação de novos negócios e à política de descentralização de investimentos, estamos hoje caminhando rumo ao desenvolvimento de Palmeira dos Índios e dos municípios circunvizinhos”, destacou.
O prefeito James Ribeiro agradeceu a parceria do governo do estado e discursou sobre a importância do complexo para a cidade. “O palmeirense tem muito que comemorar hoje. São pelos mais humildes que governamos. São para eles que trazemos saúde, infraestrutura, educação e agora empregos com a vinda desse Polo. E não poderíamos trazer as obras que trouxemos se não fossem os recursos trazidos pelo governo estadual”, declarou.
Pois bem, são esses mesmos palmeirenses que ainda se perguntam e cobram do Governo estadual, e principalmente do prefeito James Ribeiro, pelo menos onde estaria a “ilusória” Pedra Fundamental. Entre idas e vindas, discussões, inclusive a respeito de um projeto feito às pressas, sem embasamento arquitetônico, do ponto de vista socioeconômico, diga-se de passagem. Vale salientar ainda que quando o referido projeto foi apresentado ao povo palmeirense, a sociedade aplaudiu e acreditou na sua execução, até porque Palmeira dos índios vive, há muito tempo, carente de um verdadeiro grande projeto no que se refere à economia e geração de emprego.
Dado a esse empreendimento o nome MINERVO PIMENTEL, ex-prefeito, homem de conduta ilibada e acima de qualquer suspeita, talvez tenha ele, de onde estiver, pedido para não utilizar seu nome em vão.
Passados todos esses meses, nada se viu de concreto (literalmente falando), sem registrar inclusive que as famílias que naquela região residem nunca foram comunicadas com a devida antecedência sobre a realização do tal projeto, o que gerou um clima de descontentamento. Existem ali mais de quarenta famílias, algumas delas há mais de cinquenta anos naquele mesmo lugar.
Até hoje não se entende as razões, e nem existem explicações plausíveis para a não execução da obra, dita como a redenção da economia do município de Palmeira dos Índios.
Com a palavra, o prefeito.
