
Nenhuma contrapartida foi dada pela prefeitura para as pessoas em vulnerabilidade social, usuárias do Restaurante.
É preciso atitude. A população não pode esperar.
Procurada pelo Portal Estadão Alagoas, a secretária de assistência social, Analice Paurílio afirmou que, “a paralisação se dá para avaliação das ações e revisão do projeto, custeado com recurso próprio, que para fazer parte dos programas federais o município deveria estar acima de 100 mil habitantes”.
A secretária disse ainda que, ao invés do restaurante popular, Palmeira dos Índios será contemplada com uma cozinha comunitária. “A Cozinha comunitária terá o mesmo papel do restaurante popular, e será montado de acordo com regras do Ministério do Desenvolvimento Social”, afirmou, complementando que o início da construção do empreendimento acontece no início do ano, no bairro da Vila Maria.
Além disso, Analice destacou que a demanda não correspondia às expectativas.

Em 2012, após um ano de seu funcionamento, o restaurante popular, obteve um saldo de 60 mil refeições servidas à população local, o que diverge a falta de demanda no município.
Além disso, os magarefes e garis não mais recebem os cafés da manhã destinados aos trabalhadores da limpeza, que só funcionou pelo período de três meses.
O restaurante popular oferecia 150 almoços pelo valor simbólico de R$ 2,50, e atendia mensalmente mais de três mil pessoas que faziam suas principais refeições do dia fora de casa
Da Redação
